Natal, RN
09 de Fevereiro de 2010
Em quatro horas de depoimento à Polícia Legislativa, o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia fez novas acusações contra servidores do Senado e sustentou que sua assinatura foi falsificada em três atos secretos que foram apresentados pelos policiais.
A Polícia Legislativa não deu detalhes das novas denúncias, mas segundo o diretor da Polícia do Senado, Pedro Carvalho, são "graves". As acusações serão apuradas.
Na tentativa de se defender das acusações de que foi o responsável pela nomeação sigilosa no gabinete do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o ex-diretor-geral jogou para o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi a indicação de Lia Raquel Vaz de Souza.
Os policiais mostraram a Agaciel três atos secretos que teriam sido utilizados durante a prestação de serviços de Lia e que trazem a sua assinatura. Lia é filha do analista legislativo do Senado, Valdeque Vaz de Souza, ligado a Agaciel.
Os atos eram referentes à nomeação da servidora para cargo em comissão de assistente parlamentar da Secretaria de Recursos Humanos, depois para o gabinete de Demóstenes e, posteriormente, para o do senador Delcídio Amaral (PT-MS). "Ele disse que as assinaturas não eram deles", afirmou. Agaciel não indicou quem teria assinado em seu lugar. A Polícia Legislativa vai solicitar que o material seja periciado.
Demóstenes afirmou que Agaciel fez a nomeação sem seu conhecimento e pediu a abertura de inquérito. Aos policiais, o ex-diretor-geral fez uma explicação detalhada de como agia em torno de nomeações e exonerações de servidores ao longo dos 14 anos que comandou a diretoria geral do Senado. "Foi um depoimento importante, especialmente porque ele fez novas denúncias que não tínhamos conhecimentos. São graves, mas vamos investigar", disse.
Em documento distribuído ao senador Demóstenes, o sucessor de Agaciel na diretoria geral, Alexandre Gazineo afirmou que Lia foi nomeada por ato de Agaciel Maia e que não havia nenhum pedido de Demóstenes para nomeação da servidora.
Agaciel deixou o Senado sem falar com a imprensa. "Me perdoem, mas não vou falar", disse.
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR com Folha Online
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