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Natal, RN
02 de Setembro de 2010

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Espetáculo gratuito hoje na Ribeira

15.03.2010 03:56


Clowns de Shakespeare e grupo Ser Tão Teatro trazem hoje clássico de Ariano Suassuana para Natal

Cada um tem o Shakespeare que merece. E o nosso, com toda a pompa, é Ariano Suassuna. Ou melhor: é a trupe do Clowns de Shakespeare encenando a primeira peça do paraibano autor do Auto da Compadecida e Pedra do Reino, chamada Farsa da Boa Preguiça. A apresentação será realizada hoje no Largo Dom Bosco, em frente ao Teatro Alberto Maranhão, na Ribeira. A apresentação, gratuita, tem início às 18h.

Farsa da Boa Preguiça foi a primeira peça de Ariano Suassuna montada pelo Teatro Popular do Nordeste em parceria com Hermilo Borba Filho, em 1960. A nova montagem é também parceria - inédita no Nordeste - entre o Clowns de Shakespeare e do coletivo paraibano Ser Tão Teatro. O espetáculo, itinerante, já foi visto por mais de 2.400 pessoas só na Paraíba e Ceará.

“Ir para Natal, foi literalmente ‘invadir’ a casa dos Clowns. Trabalhamos uma média de dez horas por dia no Barracão (sede do Clowns), conhecendo a rotina do grupo, o espaço e a equipe deles. O Clowns consegue juntar um incrível profissionalismo, adquirido ao longo de todos esses anos de estrada (15 anos), a uma atmosfera extremamente familiar e aconchegante. Rapidamente estávamos nos sentindo em casa, e fazendo parte dessa família”, revela a diretora do Ser Tão Teatro, Christina Streva.

E disse ainda: “O Clowns sempre foi uma referência para o Ser Tão. Ao longo da nossa ainda recente trajetória (3 anos), fomos buscando formas de nos aproximar cada vez mais desse grupo que é uma verdadeira pérola do teatro brasileiro. Quando ganhamos o edital da Eletrobrás, decidimos convidá-los para compartilhar o projeto conosco”, disse.

Segundo Streva, a encenação da Farsa da Boa Preguiça busca o espírito da Commedia Dell’Arte através do improviso, da música ao vivo, da alegria e da polifonia de estímulos típica das feiras do interior nordestino. “Nossa inspiração está no excesso - de cores, sons, texturas, nuances e dicotomias tão característicos da cultura popular nordestina”, conclui.

A peça
É uma comédia escrita com base em romances e histórias populares do Nordeste. A peça conta a trajetória de Joaquim Simão, um tipo “amarelo” nordestino, cujas proezas são versos, preguiça e mulher. Casado com a apaixonada Nevinha, o poeta é vizinho de Aderaldo Catacão e de sua pseudo-intelectual esposa Clarabela, típicos representantes da burguesia capitalista.

Através de diversas reviravoltas e causos, orquestradas por um trio divino, composto por um cristo, um arcanjo e um santo, a trama vai cruzando o destino dos quatro personagens para mostrar que o único e verdadeiro objetivo do trabalho é a preguiça que ele proporciona depois. Enriquecendo a trama, três demônios utilizam vários disfarces e artimanhas para dificultarem os planos do trio.

A Farsa da Boa Preguiça é um festejo a cultura popular brasileira, uma homenagem ao nosso povo e revela toda a dimensão mítico-religiosa de nossa cultura. O projeto tem patrocínio da Eletrobrás e integra o prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura, e o Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua. Foi o único do Nordeste a conseguir o feito.

Os grupos reúnem uma equipe de mais de 20 profissionais vindos de todo o Brasil, sob a direção da carioca Christina Streva e do paulista Fernando Yamamoto. Também participam do projeto o potiguar Marco França na direção musical, os cariocas Carlos Alberto Nunes e Daniele Geammal, assinando cenário e figurino, a caracterizadora mineira Mona Magalhães, a preparadora corporal pernambucana Carla Martins e o iluminador potiguar Ronaldo Costa.

A estréia nacional do espetáculo foi no dia 27 de fevereiro no Ponto dos Cem Réis, em João Pessoa. O Rio Grande do Norte é o terceiro estado onde o espetáculo é encenado. O segundo estado visitado foi Ceará. Daqui, a trupe segue para Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Bahia, totalizando 23 apresentações gratuitas, sendo uma na capital e duas no interior de cada estado. No Rio Grande do Norte, o espetáculo já foi apresentado em Mossoró e Assu.

* Matéria publicada hoje no Diário de Natal





O cangaço lido por Lampião

15.03.2010 03:01


Livro escrito no período do Cangaço e lido por Lampião é editado pelo Sebo Vermelho

O título é direto, enfático, cru: Lampião. Talvez por ter sido dos primeiros documentários a respeito do cangaço. No rastro do livro, vieram centenas de outros títulos, pesquisas, ensaios na tentativa de elucidar este período marcante da história do sertão nordestino. Comentários dão conta de que o livro foi lido pelo próprio Virgulino Ferreira, que havia concordado com alguns trechos da obra e discordado de outros.

O livro foi publicado em 1934 pelo médico, romancista, contista e historiador sergipano Ranulfo Prata. Na quarta página da edição fac-similar foi reproduzida a capa original, elaborada em xilogravura – “edição Piratininga”. Segundo o crítico João Ribeiro, “é o livro mais completo e igualmente o mais bem feito acerca do famoso bandido”. A escrita é documental e também romanceada, prazerosa a estudiosos e leigos.

Na abertura, curta opinião de Valdemar Cavalcanti: “Pelo lado puramente documentário, o seu livro apresenta uma capacidade informativa atingindo a um máximo; a esse abastecimento de dados não lhe chegou às mãos por intermédio de uma biblioteca: todo esse material ele adquiriu de primeira mão, por um contato direto com o meio em que Lampião atuava, indagando de tudo nos lugares por onde passou o sertanejo bárbaro, especulando às suas vítimas”.

Segundo Abimael Silva, editor da Sebo Vermelho, este talvez tenha sido o segundo livro lançado sobre o tema Cangaço. “Houve um outro, de menor envergadura, publicado em 1930, em João Pessoa. Mas esse serviu de base para pesquisadores”. A publicação pelo Sebo Vermelho foi possível após o livro ser considerado de domínio público – status conseguido após 70 anos do lançamento e após a morte do autor.





Coluna - Diário do Tempo

13.03.2010 06:58

Minha coluna impressa não sairá neste domingo, em função do encarte em homenagem ao Dia da Poesia, publicado no Diário de Natal. Então, segue aí abaixo o que seria publicado, escritp às pressas, pra variar:

Como vender cultura?
A teoria ensinada nas faculdades de jornalismo vira pó no moinho da prática diária nas redações. O jornalismo cultural talvez represente a ala das maiores discrepâncias. E longe deste aprendiz julgar qual o hemisfério onde mora a verdade, o correto. Deixa lá pro Daniel Piza, Adorno, Horkheimer e outros. De certo, afirmo: teoria não vende jornal. E jornal é produto empresarial, carece de dinheiro.

A tarefa é hercúlea: unir o útil ao agradável: boas matérias à vendagem. Surge o principal questionamento: qual assunto vende mais? Uma exposição de arte cinética ou um perfil com a Banda Grafith? Qual tem maior valor cultural? A exposição? Tudo bem. Mas qual o “nicho” interessado nessa matéria? Ínfimos artistas. E qual a abrangência de uma matéria bem produzida com o Grafith? Não seria popularizar a bola leitura e a informação?

O dilema é complexo. Inclui ainda a problemática das matérias factuais e as ditas “frias”, fora do criticado “agendão”. Intelectuais preferem discussões aprofundadas acerca da “alta arte”. A grande massa deseja saber as novidades do dia. E no meio do embate está o jornalista, interessado em agradar, gregos, troianos, babilônicos e outras tribos. Descendo do muro, defendo: o “agendão” pode ser informativo aos intelectuais desde que bem escrito, informativo, contextualizado, sem deixar a peteca das críticas aprofundadas cair.

Preá: Neste Dia da Poesia é oportuna uma lembrança: o lançamento de uma edição de uma edição especial da revista Preá, de cunho publicitário. Nela, promessas e mais equívocos. Sequer metade do que estaria “previsto e acordado” para 2009 foi cumprida. Esperemos outra edição.

Homenagem: Senti falta na programação municipal montada para o Dia da Poesia
das homenagens aos poetas. Ano passado tivemos Nei Leandro de Castro e
Volonté. Por que não este ano? Estranho. Falta argumentar que faltou verba,
também.

Mobydick: Quem sobe ao palco do Sgt. Peppers de Ponta Negra para tocar com a Mobydick amanhã é a estreante Ledgers, dentro do projeto Primeira Audição. O projeto pretende abrir portas às bandas novas do rock potiguar. A partir das 21h. Ingresso: 7 dinheiros.

Twitter: (jovensartistas) “A Comissão Normativa do Projeto Djalma Maranhão já tem novos membros: Francisco Alves, Yuno Silva, Lenilza Alves e Romildo Soares”. Essa galera tem a responsabilidade de analisar e aprovar projetos culturais pelo Programa Djalma Maranhão.


JOVEM ARTISTAS
A novidade da cena cultural de Natal é o surgimento do Núcleo de Jovens Artistas, ou NJÁ. A galera se diz um coletivo criado a partir da necessidade notória de articulação política dos grupos e/ou artistas locais. Objetivo: qualificação e inserção profissional e recebimento de cachês em dia, sem competição com os coletivos já existentes na cidade. O coletivo já elaborou uma pauta de iniciativas. Entre elas, fóruns, ciclos de palestras e mapeamento dos grupos e artistas de teatro locais. Blog do NJÁ: nucleodejovensartistas.blogspot.com

DIA DA POESIA NA UFRN
A UFRN comemora o Dia da Poesia amanhã (segunda-feira) com o projeto Con-Versa com Prosa. Início ás 7h com o Café com Poesia, na pracinha do CCHLA. Ainda o lançamento do livro Auto da Barca na Terra dos Danados e do Letras Cantadas. Às 8h, acontece a Caminhada Poética. A programação da tarde, segue com palestra proferida pela poeta Neuza Pinheiro, no auditório da Escola de Música, das 16h às 18h. Após a palestra, acontece às 19h, o lançamento do teatro-livro A Farsa de Inês Pereira no Alto do Seridó.

Pink Floyd x Download
A Alta Corte britânica ordenou que a gravadora EMI pare de vender downloads individuais de músicas do Pink Floyd, podendo apenas comercializá-las como parte dos álbuns originais da banda, informou a Associated Press, de Londres. O grupo havia processado a companhia alegando que o contrato proíbe a venda separada das músicas. A EMI justificava que a regra contratual valia apenas para os álbuns físicos, e não para a internet.





Das cartas insistentes de Cascudo a Mário Andrade

03.03.2010 10:57


Tirei a prova da afirmação de que matérias jornalísticas precisam deixar margem à interpretação do leitor.

O texto do professor Tarcísio Gurgel na Palumbo, a respeito da visita de Mário de Andrade em Natal, é um primor.

Fiquei deslumbrado com o valor das informações e mais ainda com a caninga de Cascudo para Mário voltar à cidade, ao enviar uma série de cartas ao etnógrafo paulista.

Para Tarcísio, as respostas de Mário denotavam o enorme desejo e a impossibilidade de voltar a Natal. Para este blogueiro, apenas respostas elegantes de Mário à insistência de Cascudo.

Aliás, dei boas risadas com as respostas, que aos poucos perdem a compostura, mas sem sair do prumo. Ora, Cascudinho insistiu para que Mário voltasse por mais de 11 anos! Num tem alma que aguente.

Senão, vejamos as respostas. A primeira, em 1931, Mário traça um roteiro de viagem que inclui o Rio Grande do Norte no meio. Nada além disso.

Na segunda, Mário cita novamente o Nordeste, e diz: "(...) só se Deus dispuser o contrário, está tudo preparado, até o dinheiro da viagem reservado, e rendendo juros na Caixa Econômica". Não veio.

Na terceira, o paulista afirma que, quando vier, estará "incomparavelmente acomodado na amizade de vocês. (...)".

Já na quarta, começa: "Você fica proibido de me chamar mais uma vez aí pro Nordeste. Não posso mais, esses chamados me fazem mal. Por tudo quanto eu sou de sincero, acredite que não é só você e sua gente que adoro mesmo, mas adoro esse Nordeste muito (...)".

Depois, se perdebe o inícioda impaciência ante a ansiedade do amigo: "Olha, Cascudinho, eu vou. Eu disse que vou e vou mesmo. Agora a viagem está marcada para novembro do ano que vem. Eu vou, mas não me chame mais. Eu vou não é pra cumprir a minha palavra que vou; vou porque tenho de ir; (...)".

Veio outra carta em 1936 até um convite fatal, uma penúltima cartada: o pedido para que Mário venha crismar o afilhado Fernando, filho de Cascudo.

Mário, mais uma vez elegante e atarefado, responde: "Agora, descansado e mais forte estou disposto a continuar, apenas convencido que a ilusão talvez seja a única coisa que ainda se pode salvar deste caos humano. Guardarei a ilusão de que ainda trabalho e só".

E olha que ainda houve oferta de uma casa na insólita praia de Areia Preta, à época, conseguida junto ao Presidente de Governo à época, Juvenal Lamartine. E advinha de quem foi o pedido: Cascudinho.

E Tarcísio escreve: "Nas poucas cartas que se seguiram não há mais qualquer registro do desejo de voltar".

Ora, convenhamos...

A quem quiser se debruçar melhor no tema, o folclorista Veríssimo de Melo reuniu todas as cartas em livro. Melhor mesmo é comprar essa terceira edição da Palumbo, que tá uma beleza e ler a preciosidade do texto de Tarcísio e muitos outros. Comento depois.





Nove anos da Casa da Ribeira

03.03.2010 09:07


Casa da Ribeira completa nove anos de fundação com programação comemorativa de hoje a domingo

O primeiro ato da Casa da Ribeira mostrava onze atores vestidos de clowns em luta pela abertura de um novo e promissor espaço teatral. Corria o ano de 1999. O prédio da Rua Frei Miguelinho estava abandonado na velha Ribeira. Somente três anos depois, em 2001, seis dos integrantes do Clowns de Shakespeare conseguiram captar a bagatela de R$ 1,2 milhão para abertura da casa. Era o começo do sonho e de uma batalha de nove anos em busca da estabilidade financeira.

A Casa da Ribeira está em festa. Manter um espaço cultural duradouro em Natal é tarefa para poucos. Para comemorar o feito, inicia hoje programação comemorativa com uma série de espetáculos a preços populares, até domingo (ver programação). Uma das peças, Gesto, Cascudo, é encenada por um grupo de jovens formados pela própria Casa. O projeto Educação pela Arte é o símbolo dos novos tempos e foco de trabalho dos diretores. Mas até chega aí, outros atos foram apresentados.

Em 6 de março de 2001, a Casa da Ribeira era inaugurada, comandada pelo Clowns de Shakespeare. “Quando abrimos, vimos que o buraco para manter era mais embaixo. Logo, muitos do grupo largaram o projeto e depois ficamos os três que permanecem até hoje. No primeiro ano trabalhamos de 10 a 12 horas ao dia sem receber nada. Passamos pelo menos seis meses sustentados pela família”, lembra Henrique Fontes, um dos diretores da Casa, junto com Gustavo Wanderley e Edson Silva.

Segundo Henrique, a Cosern havia patrocinado R$ 420 mil, depois a Petrobras também financiou outra quantia significativa, o Armazém Pará cedeu o material de construção e, junto com apoios menores o grupo conseguiu o R$ 1,2 milhão necessário. “A Cosern acreditou no projeto mesmo antes de a Casa abrir”, ressalta o diretor que, à época, contou ainda com o esforço dos “clowns” Renata Caiser, Fernanda Yamamoto e César Ferrário, depois substituído por Ronaldo Costa.

Sem deixar a peteca cair ou a cortina fechar, os seis diretores procuraram manter a Casa da Ribeira em pé. Conquistaram now hall, reconhecimento e mídia. “Começamos a receber premiações, realizar consultorias, espetáculos cada vez mais procurados, e promover projetos que ajudavam na manutenção”, disse Henrique.

Mesmo assim, a Casa da Ribeira nunca conseguiu a estabilidade financeira esperada. Ainda hoje dependem da renúncia fiscal da Lei Câmara Cascudo e do sucesso de iniciativas próprias. “Ao contrário do que pensam, não é a bilheteria quem sustenta os custos da casa, é a pauta. Vendemos por R$ 470. Se você calcular, precisaríamos abrir a casa todo dia para cobrir os R$ 16 mil de manutenção necessários ao mês. Seria impossível. Não temos público para isso. No máximo abrimos de quarta a domingo”, lamenta.

Educação pela Arte
Após um período de um ano e meio de prejuízos, a Casa da Ribeira fechou por três meses, entre janeiro e março de 2004. “Foi bom porque assistimos a mobilização da sociedade, inclusive do Diário de Natal para reabrirmos”. E uma das iniciativas mais sensíveis partiu de quem nunca freqüentou a Casa. “Nos surpreendemos com a visita de diretores de escola das Rocas, perguntando como poderiam ajudar”. Este foi o embrião para o novo foco de trabalho da Casa.

Desde 2007, a Casa da Ribeira trabalha junto às escolas públicas com o Arteação – iniciativa em parceria com o Instituto Ayrton Senna atrelada ao desenvolvimento humano pela arte, vencedor de várias premiações. Somente em 2009 foram três prêmios nacionais. E este mês, a Casa foi agraciada com o Cine Mais Cultura, que entre outras coisas garante a exibição de filmes no pátio das escolas públicas da cidade.

Todos os projetos montados pela Casa da Ribeira nestes nove anos ofereceram acesso a mais de 150 mil pessoas e mais de 1000 espetáculos de teatro, dança e música, além de exposições de arte contemporânea do circuito internacional. “Acho que estamos de parabéns. Muitos pensam que recebemos rios de dinheiro, quando praticamente conseguimos o suficiente para manter a Casa e o projeto junto a esses jovens estudantes”, conclui Henrique Fontes.

Programação de aniversário da Casa da Ribeira

Grupo Casa da Ribeira de Teatro
Espetáculo: Gesto, Cascudo
Quando: Hoje, às 20h. R$ 5
O que: A peça “Gesto, Cascudo”, primeiro trabalho do Grupo de Teatro Casa da Ribeira, se apresenta novamente no palco da Casa. A peça traz o pensamento e os sentimentos de Câmara Cascudo sobre o tempo, o gesto e a vida provinciana em Natal.

Sí-la-bAs Companhia de Dança
Espetáculo: Sente-se
Quando: Amanhã e sexta-feira, às 20h. R$ 5
O que: A Companhia Fundada na Alemanha é totalmente independente e procura construir uma linguagem própria a partir das estruturas cênicas desenvolvidas na dança-teatro. O seu objetivo principal é desenvolver um trabalho que questione as inter-relações humanas que presenciamos no dia a dia.

Simona Talma
Show: Boa Sorte de Malfeitores
Quando: Sábado, às 20h. R$ 5
O que: A cantora se apresenta no aniversário da Casa da Ribeira, com seu show Boa Sorte de Malfeitores, uma apresentação para falar mal dos mal-feitores do amor, ou o que chama de Gangster Love, sendo homens ou mulher vamos nos livrar dos cafajestes e rir pelas suas costas.

A Domínio Companhia de Dança
Espetáculo: Fuxico
Quando: Domingo, às 20h. R$ 5
O que: O espetáculo é pretendido, sem se a ter aos psicologismo, sociologismo, e até mesmo ao antropologismo, destinado a discutir teorias e conceitos a partir de experiências sociais cuidadosamente investigadas em um trabalho de cunho especificamente artístico, que se vai mostrar através da arte de dançar.

* Matéria publicada hoje no Diário de Natal




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