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Publicação: 07/05/2009 07:53 Atualização:
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Um dos projetos mais simpáticos à sociedade libertária natalense está de volta e com data marcada para estrear. O Domingo na Praça aporta novamente na Praça Cívica da UFRN em pleno São João. A primeira edição da nova face do projeto será tematizada, com um grande arraial e os tradicionais espaços voltados à música, artesanato, literatura e artes plásticas. A estreia está marcada para 28 de junho e seguirá com mesma regularidade vista durante os dez anos do projeto, sempre no último domingo de cada mês.
Segundo a produtora do evento, Cida Campello, o formato permanecerá, essencialmente, o mesmo. A diferença está no patrocínio. Desta vez a iniciativa privada ficou de fora (ainda há tempo para apoios) e a Capitania das Artes ingressa como patrocinadora do projeto, com realização da UFRN, por intermédio da Escola de Ciências e Tecnologias. Na programação musical haverá presença permanente das escolas de música municipal e da UFRN; abertura do palco para uma banda nova do cenário potiguar e uma outra já consolidada.
As bandas interessadas em participar das edições do Domingo na Praça já podem procurar Cida Campello (contato: 9406-2239) munidos de material gravado e release para participarem de uma seleção pública. A mesma logística serve para os artesãos. Os espaços voltados para este segmento serão distribuídos entre os artesãos cadastrados pela Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), servidores da UFRN e comunidade externa. Segundo Cida, também haverá espaços para selos musicais, para a editora da UFRN e um outro a ser definido para exposições de artes plásticas.
No início de cada edição, ainda no período da tarde, o projeto abre espaço novamente para manifestações folclóricas, como Boi Calemba, Pastoril, espetáculos circenses, teatrais e de dança. ‘‘São apresentações que atraem e satisfazem a criançada. Temos que pensar que o público do Domingo na Praça vai de 0, com mães com criança na barriga, até 80 anos ou mais. E em respeito ao público e o prestígio já conquistado pelo projeto, não vamos aceitar nada imposto’’ E continua: ‘‘Fico feliz com a volta do projeto. É mais uma possibilidade aberta ao público de se tornar mais sensível à cultura’’.
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